Matrículas Abertas

Princípios Básicos de Crioablação

Crioablação e Neurólise por Frio: Princípios, Mecanismos Celulares e Aplicações Clínicas

Investimento:

R$ 82,50

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Dr. Gustavo Aquino
Coordenador do curso

Dr. Gustavo Aquino

Sobre o Curso

Conheça este curso

O tratamento de dores neuropáticas e articulares refratárias exige do médico intervencionista uma compreensão exata de como a energia interage com o tecido nervoso. Diferenciar as modalidades ablativas e dominar as ferramentas de consultório e centro cirúrgico é o que separa o profissional generalista do especialista de alta performance. Entre essas ferramentas, a crioablação se destaca como uma técnica única: uma ablação estrutural, porém biologicamente reversível, capaz de silenciar a dor sem o risco de formação de neuromas ou anestesia dolorosa.

Nesta aula, o Dr. Gustavo Aquino desmistifica os princípios físicos e biológicos da crioablação (crioneurolise). O material corrige confusões frequentes do mercado — como a diferenciação crucial entre a crioablação e a radiofrequência resfriada (Cooled RF) —, detalha a histologia nervosa segundo a classificação de Sunderland e ensina a desenhar a “bola de gelo” perfeita com base no efeito Joule-Thomson para neutralizar a dor do paciente.

Ao longo do conteúdo, você aprenderá a guiar o procedimento por ultrassom, calibrar os ciclos de congelamento e adotar os cuidados fundamentais de proteção da pele e descongelamento para entregar um desfecho clínico seguro e previsível.

Você vai aprender.

  • Crioablação vs. Radiofrequência Resfriada: Elimine de vez a confusão conceitual. Compreenda por que a radiofrequência resfriada é uma lesão térmica por calor (que usa água apenas para resfriar a ponta da agulha e expandir a lesão), enquanto a crioablação é uma lesão puramente por frio, que forma uma bola de gelo real na ponta do probe.
  • Histologia Nervosa e a Rota da Regeneração: O mapeamento microscópico do nervo periférico (do axônio ao epineuro). Entenda por que a crioablação (que atua entre -20°C e -100°C, tipicamente a -70°C) causa uma lesão de Grau 2 de Sunderland (axonotmese), destruindo o axônio e a mielina (degeneração walleriana), mas preservando o endoneuro como um trilho perfeito para a regeneração neural de 1 mm por dia.
  • A Física do Gelo (Efeito Joule-Thomson): Como o óxido nitroso ou o gás carbônico sob alta pressão expandem-se dentro de uma cânula de lúmen fechado, roubando a água livre dos tecidos adjacentes. Conheça os fatores que alteram o tamanho da bola de gelo: o tamanho do probe, o tempo de aplicação e o “efeito sumidouro” de calor provocado por vasos calorosos.
  • Critérios Rígidos de Indicação (Nervo Misto vs. Sensitivo): Por que você não deve realizar crioablação do nervo supraescapular em um atleta jovem de Crossfit de 25 anos (risco de paresia motora temporária no ombro), mas deve indicar o procedimento para pacientes idosos com dor crônica severa e rupturas tendíneas completas, ou para quadros de dor inguinal e neuromas de amputação.
  • Passo a Passo Técnico e o Alarme do Descongelamento: A inserção guiada por ultrassom através de tethers/introdutores de calibre adequado (como abocaths 16G). Domine a estimulação sensitiva (<0.5V), a execução de 2 a 3 ciclos de 2 minutos e a regra de ouro de segurança: aguardar o descongelamento passivo de 30 segundos antes de tracionar a agulha para evitar rasgos mecânicos no tecido.
  • Proteção Cutânea e Alvos Faciais de Risco: Como prevenir queimaduras e alterações de pigmentação na pele ao abordar alvos superficiais. Aprenda a técnica intraoral (pela mucosa) para o nervo infraorbitário, os cuidados com a sobrancelha no alvo supraorbitário, e o uso de soro fisiológico morno como barreira térmica de resgate.
  • O Confronto das Tecnologias (Térmica vs. Pulsada vs. Crio): Um comparativo clínico definitivo sobre duração de efeito, taxas de dor pós-procedimento e risco de neurites. Compreenda a analogia clássica de Andrea Trescot sobre o peito de frango (o congelado volta ao normal; o assado no forno nunca mais recupera a estrutura original).

Este é um conteúdo estratégico desenhado para expandir o seu arsenal terapêutico e conferir segurança na indicação de técnicas ablativas avançadas no consultório. Ideal para médicos intervencionistas, neurocirurgiões, ortopedistas, fisiatras e anestesistas que desejam dominar o manejo de nervos periféricos periféricos e entregar alívio duradouro sem o fantasma da anestesia dolorosa.

Informações do curso

  • Tema: Princípios Básicos de Crioablação
  • Professor: Dr. Gustavo Aquino
  • Idioma: Português
  • Duração: 60 min
  • Acesso: Imediato disponível por 1 ano
  • Local: Plataforma Online sinpain
  • Certificado: Digital
PILAR 01

Aprendizagem

Domínio técnico que vai além do superficial.

Nesta aula você aprende: Crioablação vs. Radiofrequência Resfriada; Histologia Nervosa e a Rota da Regeneração; A Física do Gelo (Efeito Joule-Thomson); Critérios Rígidos de Indicação (Nervo Misto vs. Sensitivo).
PILAR 02

Atuação

Da teoria a prática clínica

Conteúdo pensado para médicos intervencionistas, neurocirurgiões, ortopedistas, fisiatras e anestesistas que desejam dominar o manejo de nervos periféricos periféricos e entregar alívio duradouro sem o fantasma da anestesia dolorosa. Aplicação direta na sua prática clínica, com acesso imediato por 1 ano.
PILAR 03

Autoridade

Onde o saber é compartilhado e a influência se constrói.

Aula ministrada por Dr. Gustavo Aquino (Neurocirurgião e Especialista em Medicina Intervencionista da Dor). Certificado Digital ao final.

Cronograma

Aula gravada — Duração: 60 min · Acesso imediato, disponível por 1 ano · Plataforma Online sinpain · Certificado Digital

Para quem é este curso

Ideal para médicos intervencionistas, neurocirurgiões, ortopedistas, fisiatras e anestesistas que desejam dominar o manejo de nervos periféricos periféricos e entregar alívio duradouro sem o fantasma da anestesia dolorosa.

O que você vai aprender:

Crioablação vs. Radiofrequência Resfriada: Elimine de vez a confusão conceitual. Compreenda por que a radiofrequência resfriada é uma lesão térmica por calor (que usa água apenas para resfriar a ponta da agulha e expandir a lesão), enquanto a crioablação é uma lesão puramente por frio, que forma uma bola de gelo real na ponta do probe.
Histologia Nervosa e a Rota da Regeneração: O mapeamento microscópico do nervo periférico (do axônio ao epineuro). Entenda por que a crioablação (que atua entre -20°C e -100°C, tipicamente a -70°C) causa uma lesão de Grau 2 de Sunderland (axonotmese), destruindo o axônio e a mielina (degeneração walleriana), mas preservando o endoneuro como um trilho perfeito para a regeneração neural de 1 mm por dia.
A Física do Gelo (Efeito Joule-Thomson): Como o óxido nitroso ou o gás carbônico sob alta pressão expandem-se dentro de uma cânula de lúmen fechado, roubando a água livre dos tecidos adjacentes. Conheça os fatores que alteram o tamanho da bola de gelo: o tamanho do probe, o tempo de aplicação e o "efeito sumidouro" de calor provocado por vasos calorosos.
Critérios Rígidos de Indicação (Nervo Misto vs. Sensitivo): Por que você não deve realizar crioablação do nervo supraescapular em um atleta jovem de Crossfit de 25 anos (risco de paresia motora temporária no ombro), mas deve indicar o procedimento para pacientes idosos com dor crônica severa e rupturas tendíneas completas, ou para quadros de dor inguinal e neuromas de amputação.
Passo a Passo Técnico e o Alarme do Descongelamento: A inserção guiada por ultrassom através de tethers/introdutores de calibre adequado (como abocaths 16G). Domine a estimulação sensitiva (<0.5V), a execução de 2 a 3 ciclos de 2 minutos e a regra de ouro de segurança: aguardar o descongelamento passivo de 30 segundos antes de tracionar a agulha para evitar rasgos mecânicos no tecido.
Proteção Cutânea e Alvos Faciais de Risco: Como prevenir queimaduras e alterações de pigmentação na pele ao abordar alvos superficiais. Aprenda a técnica intraoral (pela mucosa) para o nervo infraorbitário, os cuidados com a sobrancelha no alvo supraorbitário, e o uso de soro fisiológico morno como barreira térmica de resgate.
O Confronto das Tecnologias (Térmica vs. Pulsada vs. Crio): Um comparativo clínico definitivo sobre duração de efeito, taxas de dor pós-procedimento e risco de neurites. Compreenda a analogia clássica de Andrea Trescot sobre o peito de frango (o congelado volta ao normal; o assado no forno nunca mais recupera a estrutura original).

Temas abordados:

Crioablação vs. Radiofrequência Resfriada
Histologia Nervosa e a Rota da Regeneração
A Física do Gelo (Efeito Joule-Thomson)
Critérios Rígidos de Indicação (Nervo Misto vs. Sensitivo)
Passo a Passo Técnico e o Alarme do Descongelamento
Proteção Cutânea e Alvos Faciais de Risco
O Confronto das Tecnologias (Térmica vs. Pulsada vs. Crio)

Coordenador do curso:

Dr. Gustavo Aquino

Dr. Gustavo Aquino

Neurocirurgião e Especialista em Medicina Intervencionista da Dor

Médico graduado pela Faculdade de Medicina de Botucatu (UNESP).

Residência Médica em Neurocirurgia pela Faculdade de Medicina de Botucatu (UNESP).

Membro Titular da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia.

Título de Especialista em Neurocirurgia pelo MEC.

Título de Área de Atuação em Dor pela Associação Médica Brasileira (AMB).

Membro Efetivo do World Institute of Pain (WIP).

Título Internacional de Especialista em Medicina Intervencionista da Dor: Fellow of Interventional Pain Practice (FIPP).

Examinador da prova para obtenção do título de Fellow of Interventional Pain Practice (FIPP).

Pós-Graduação em Tratamento Intervencionista da Dor Guiado por Ultrassom pelo sinpain.

Ex-Professor da Pós-Graduação em Medicina Intervencionista da Dor do Hospital Israelita Albert Einstein.

Professor do Grupo sinpain.

Observership em Medicina Intervencionista da Dor no Orbis Medical Center, Holanda.

Estágio em Neurocirurgia Funcional e Dor no HC-FMUSP.

Estágio em Neuromodulação e Terapia da Dor na Universidade Radboud, Nijmegen, Holanda.

Coordenador do Pain Master (sinpain).

Corpo Docente:

Dr. Gustavo Aquino

Dr. Gustavo Aquino

Neurocirurgião e Especialista em Medicina Intervencionista da Dor

Médico graduado pela Faculdade de Medicina de Botucatu (UNESP).

Residência Médica em Neurocirurgia pela Faculdade de Medicina de Botucatu (UNESP).

Membro Titular da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia.

Título de Especialista em Neurocirurgia pelo MEC.

Título de Área de Atuação em Dor pela Associação Médica Brasileira (AMB).

Membro Efetivo do World Institute of Pain (WIP).

Título Internacional de Especialista em Medicina Intervencionista da Dor: Fellow of Interventional Pain Practice (FIPP).

Examinador da prova para obtenção do título de Fellow of Interventional Pain Practice (FIPP).

Pós-Graduação em Tratamento Intervencionista da Dor Guiado por Ultrassom pelo sinpain.

Ex-Professor da Pós-Graduação em Medicina Intervencionista da Dor do Hospital Israelita Albert Einstein.

Professor do Grupo sinpain.

Observership em Medicina Intervencionista da Dor no Orbis Medical Center, Holanda.

Estágio em Neurocirurgia Funcional e Dor no HC-FMUSP.

Estágio em Neuromodulação e Terapia da Dor na Universidade Radboud, Nijmegen, Holanda.

Coordenador do Pain Master (sinpain).

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Investimento:

R$ 82,50

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