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Princípios de Medicina Intervencionista da Dor

Imersão Global em Medicina Intervencionista da Dor: Do Bloqueio Diagnóstico às Tecnologias Ablativas e de Neuromodulação

Investimento:

R$ 234,30

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Dr. Gustavo Aquino
Coordenador do curso

Dr. Gustavo Aquino

Sobre o Curso

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A transição da medicina integrativa e farmacológica para a prática intervencionista representa o passo mais crítico na carreira do especialista em dor. Em um cenário global onde a dor crônica afeta em média 20% da população mundial (1 em cada 5 pessoas) — alcançando marcas alarmantes de 45% no Brasil e até 48% no Reino Unido —, ficar preso às amarras da antiga escada analgésica da OMS significa condenar o paciente a meses ou anos de perda severa na qualidade de vida. Para entregar alívio resolutivo, o médico precisa expandir seu arsenal terapêutico e dominar a fundo a bioengenharia e a anatomia das intervenções avançadas.

Nesta aula, o Dr. Gustavo Aquino conduz um treinamento de alto nível desenhado para ser o ponto de partida definitivo na medicina intervencionista. O material sintetiza os critérios de triagem estrutural, os fundamentos regulatórios de consultório e centro cirúrgico, e detalha a física por trás das tecnologias de ponta, incluindo a Radiofrequência Convencional, Pulsada e Resfriada (Cooled RF), a Crioablação de nervos periféricos e as diretrizes soberanas para o manejo de dores simpáticas, viscerais e craniofaciais complexas.

Você vai aprender.

  • Desconstrução da Escada da OMS e o Papel Crítico da Intervenção: Compreenda por que o protocolo linear da década de 80 falha e como a intervenção moderna abrevia o sofrimento do paciente. Aprenda a identificar as limitações do tratamento medicamentoso clássico (onde apenas 50% dos pacientes obtêm 50% de melhora) e as indicações para instituir bloqueios antes da introdução de opioides fortes.
  • Estrutura Regulatória de Consultório e Gestão de Riscos: O guia completo de conformidade legal e suporte a intercorrências. Conheça as exigências mandatórias para a prática ambulatorial de bloqueios guiados por ultrassom: desfibrilador, oxigênio, monitorização contínua e a implementação rigorosa de Protocolos Operacionais Padrão (POPs) de limpeza com compostos quaternários para neutralizar biofilmes e infecções bacterianas.
  • O Rigor do Bloqueio Diagnóstico e os Limites de Volume: Entenda por que o intervencionista de elite está proibido de realizar procedimentos às cegas. Domine os critérios volumétricos restritos para a acurácia diagnóstica: volumes acima de 0,5 ml (o ideal clínico é 0,25 ml) espraiam-se para estruturas adjacentes, gerando falsos positivos e arruinando o prognóstico terapêutico da radiofrequência.
  • Navegação pelo Scottie Dog e Alvos Facetários Lombares: O mapa definitivo de fluoroscopia na coluna lombar. Aprenda a retificar a lordose com travesseiros, alinhar platôs e centralizar os processos espinhosos para desenhar o cão escocês. Identifique os alvos milimétricos: o pescoço (pars interarticularis) para o DRG, o olho (pedículo) para o ramo médio e a ponta da orelha (faceta superior) para acessos intradiscais e terapias regenerativas (BMAC/PRP).
  • Sedação Consciente e Evitação de Vieses: Por que a sedação profunda deve ser abolida em bloqueios de transição (conforme alertas do FDA de 2014). Mantenha o paciente acordado e comunicativo como seu maior monitor de segurança contra lesões medulares. Aprenda também a neutralizar o “viés de gratidão” e a rastrear Yellow Flags (catastrofização e cinesiofobia da “coluna de 80 anos”) para blindar seus resultados.
  • Física das Radiofrequências (Térmica vs. Pulsada vs. Resfriada): Compreenda as particularidades de cada onda. Domine a Radiofrequência Térmica Convencional (70-90°C por 90 segundos, exigindo posicionamento estritamente paralelo ao nervo); a Radiofrequência Pulsada de Sluyter (disruptiva, baseada em campos eletromagnéticos em salvas que agem por até 3 semanas sem queimar o tecido); e a Radiofrequência Resfriada (Cooled RF, com lesões esféricas 8 vezes maiores a 60-70°C, ideais para grandes articulações e ramos torácicos).
  • Crioablação e a Histologia de Reversibilidade: A engenharia do frio baseada no efeito Joule-Thomson. Compreenda como as máquinas a -70°C induzem uma lesão de Grau 2 de Sunderland (axonotmese), destruindo o axônio e a mielina (degeneração walleriana), mas preservando o endoneuro intacto como um trilho para a regeneração de 1 mm por dia. Domine as regras práticas de introdução por gelco 16G e os 30 segundos obrigatórios de descongelamento passivo.
  • Bloqueios Simpáticos Oncológicos e a Doutrina Plancarte: “É preferível arrepender-se de não fazer um bloqueio simpático do que de tê-lo feito”. Domine o mapeamento da sensibilidade visceral e os alvos de eleição: Gânglio Estrelado em C7 (via ultrassom para evitar o frênico), Simpático Torácico (T2-T3 para escape do nervo de Cantis), Esplâncnico em T11 (para CA de pâncreas), Hipogástrico Superior (L5-S1 transdiscal) e Gânglio Ímpar.
  • Cefaleia Cervicogênica e a Neuralgia do Trigêmio: Como intervir com maestria nas dores craniofaciais excruciantes. Domine a convergência do complexo trigeminocervical (raízes de C1-C2-C3) e a execução do bloqueio do nervo occipital maior (GON) na fáscia muscular de medial para lateral. Para o trigêmio (V2/V3), aprenda as indicações de descompressão cirúrgica em jovens (<50 anos) e a técnica de compressão por balão com cateter Fogarty 4F no gânglio de Gasser (formato de pera direcionado ao tronco).

Esta aula entrega a você a visão unificada de um cirurgião com a precisão milimétrica de um intervencionista de elite.

Ideal para médicos intervencionistas em dor, neurocirurgiões, ortopedistas, anestesistas e fisiatras que buscam consolidar conceitos internacionais de bioengenharia, dominar a transição para procedimentos de consultório seguros e gerenciar a jornada de pacientes complexos com total soberania técnica.

Informações do curso

  • Tema: Princípios de Medicina Intervencionista da Dor
  • Professor: Dr. Gustavo Aquino
  • Idioma: Português
  • Duração: 142 min
  • Acesso: Imediato disponível por 1 ano
  • Local: Plataforma Online sinpain
  • Certificado: Digital
PILAR 01

Aprendizagem

Domínio técnico que vai além do superficial.

Nesta aula você aprende: Desconstrução da Escada da OMS e o Papel Crítico da Intervenção; Estrutura Regulatória de Consultório e Gestão de Riscos; O Rigor do Bloqueio Diagnóstico e os Limites de Volume; Navegação pelo Scottie Dog e Alvos Facetários Lombares.
PILAR 02

Atuação

Da teoria a prática clínica

Conteúdo pensado para médicos intervencionistas em dor, neurocirurgiões, ortopedistas, anestesistas e fisiatras que buscam consolidar conceitos internacionais de bioengenharia, dominar a transição para procedimentos de consultório seguros e gerenciar a jornada de pacientes complexos com total soberania técnica. Aplicação direta na sua prática clínica, com acesso imediato por 1 ano.
PILAR 03

Autoridade

Onde o saber é compartilhado e a influência se constrói.

Aula ministrada por Dr. Gustavo Aquino (Neurocirurgião e Especialista em Medicina Intervencionista da Dor). Certificado Digital ao final.

Cronograma

Aula gravada — Duração: 142 min · Acesso imediato, disponível por 1 ano · Plataforma Online sinpain · Certificado Digital

Para quem é este curso

Ideal para médicos intervencionistas em dor, neurocirurgiões, ortopedistas, anestesistas e fisiatras que buscam consolidar conceitos internacionais de bioengenharia, dominar a transição para procedimentos de consultório seguros e gerenciar a jornada de pacientes complexos com total soberania técnica.

O que você vai aprender:

Desconstrução da Escada da OMS e o Papel Crítico da Intervenção: Compreenda por que o protocolo linear da década de 80 falha e como a intervenção moderna abrevia o sofrimento do paciente. Aprenda a identificar as limitações do tratamento medicamentoso clássico (onde apenas 50% dos pacientes obtêm 50% de melhora) e as indicações para instituir bloqueios antes da introdução de opioides fortes.
Estrutura Regulatória de Consultório e Gestão de Riscos: O guia completo de conformidade legal e suporte a intercorrências. Conheça as exigências mandatórias para a prática ambulatorial de bloqueios guiados por ultrassom: desfibrilador, oxigênio, monitorização contínua e a implementação rigorosa de Protocolos Operacionais Padrão (POPs) de limpeza com compostos quaternários para neutralizar biofilmes e infecções bacterianas.
O Rigor do Bloqueio Diagnóstico e os Limites de Volume: Entenda por que o intervencionista de elite está proibido de realizar procedimentos às cegas. Domine os critérios volumétricos restritos para a acurácia diagnóstica: volumes acima de 0,5 ml (o ideal clínico é 0,25 ml) espraiam-se para estruturas adjacentes, gerando falsos positivos e arruinando o prognóstico terapêutico da radiofrequência.
Navegação pelo Scottie Dog e Alvos Facetários Lombares: O mapa definitivo de fluoroscopia na coluna lombar. Aprenda a retificar a lordose com travesseiros, alinhar platôs e centralizar os processos espinhosos para desenhar o cão escocês. Identifique os alvos milimétricos: o pescoço (pars interarticularis) para o DRG, o olho (pedículo) para o ramo médio e a ponta da orelha (faceta superior) para acessos intradiscais e terapias regenerativas (BMAC/PRP).
Sedação Consciente e Evitação de Vieses: Por que a sedação profunda deve ser abolida em bloqueios de transição (conforme alertas do FDA de 2014). Mantenha o paciente acordado e comunicativo como seu maior monitor de segurança contra lesões medulares. Aprenda também a neutralizar o "viés de gratidão" e a rastrear Yellow Flags (catastrofização e cinesiofobia da "coluna de 80 anos") para blindar seus resultados.
Física das Radiofrequências (Térmica vs. Pulsada vs. Resfriada): Compreenda as particularidades de cada onda. Domine a Radiofrequência Térmica Convencional (70-90°C por 90 segundos, exigindo posicionamento estritamente paralelo ao nervo); a Radiofrequência Pulsada de Sluyter (disruptiva, baseada em campos eletromagnéticos em salvas que agem por até 3 semanas sem queimar o tecido); e a Radiofrequência Resfriada (Cooled RF, com lesões esféricas 8 vezes maiores a 60-70°C, ideais para grandes articulações e ramos torácicos).
Crioablação e a Histologia de Reversibilidade: A engenharia do frio baseada no efeito Joule-Thomson. Compreenda como as máquinas a -70°C induzem uma lesão de Grau 2 de Sunderland (axonotmese), destruindo o axônio e a mielina (degeneração walleriana), mas preservando o endoneuro intacto como um trilho para a regeneração de 1 mm por dia. Domine as regras práticas de introdução por gelco 16G e os 30 segundos obrigatórios de descongelamento passivo.
Bloqueios Simpáticos Oncológicos e a Doutrina Plancarte: "É preferível arrepender-se de não fazer um bloqueio simpático do que de tê-lo feito". Domine o mapeamento da sensibilidade visceral e os alvos de eleição: Gânglio Estrelado em C7 (via ultrassom para evitar o frênico), Simpático Torácico (T2-T3 para escape do nervo de Cantis), Esplâncnico em T11 (para CA de pâncreas), Hipogástrico Superior (L5-S1 transdiscal) e Gânglio Ímpar.
Cefaleia Cervicogênica e a Neuralgia do Trigêmio: Como intervir com maestria nas dores craniofaciais excruciantes. Domine a convergência do complexo trigeminocervical (raízes de C1-C2-C3) e a execução do bloqueio do nervo occipital maior (GON) na fáscia muscular de medial para lateral. Para o trigêmio (V2/V3), aprenda as indicações de descompressão cirúrgica em jovens (<50 anos) e a técnica de compressão por balão com cateter Fogarty 4F no gânglio de Gasser (formato de pera direcionado ao tronco).

Temas abordados:

Desconstrução da Escada da OMS e o Papel Crítico da Intervenção
Estrutura Regulatória de Consultório e Gestão de Riscos
O Rigor do Bloqueio Diagnóstico e os Limites de Volume
Navegação pelo Scottie Dog e Alvos Facetários Lombares
Sedação Consciente e Evitação de Vieses
Física das Radiofrequências (Térmica vs. Pulsada vs. Resfriada)
Crioablação e a Histologia de Reversibilidade
Bloqueios Simpáticos Oncológicos e a Doutrina Plancarte
Cefaleia Cervicogênica e a Neuralgia do Trigêmio

Coordenador do curso:

Dr. Gustavo Aquino

Dr. Gustavo Aquino

Neurocirurgião e Especialista em Medicina Intervencionista da Dor

Médico graduado pela Faculdade de Medicina de Botucatu (UNESP).

Residência Médica em Neurocirurgia pela Faculdade de Medicina de Botucatu (UNESP).

Membro Titular da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia.

Título de Especialista em Neurocirurgia pelo MEC.

Título de Área de Atuação em Dor pela Associação Médica Brasileira (AMB).

Membro Efetivo do World Institute of Pain (WIP).

Título Internacional de Especialista em Medicina Intervencionista da Dor: Fellow of Interventional Pain Practice (FIPP).

Examinador da prova para obtenção do título de Fellow of Interventional Pain Practice (FIPP).

Pós-Graduação em Tratamento Intervencionista da Dor Guiado por Ultrassom pelo sinpain.

Ex-Professor da Pós-Graduação em Medicina Intervencionista da Dor do Hospital Israelita Albert Einstein.

Professor do Grupo sinpain.

Observership em Medicina Intervencionista da Dor no Orbis Medical Center, Holanda.

Estágio em Neurocirurgia Funcional e Dor no HC-FMUSP.

Estágio em Neuromodulação e Terapia da Dor na Universidade Radboud, Nijmegen, Holanda.

Coordenador do Pain Master (sinpain).

Corpo Docente:

Dr. Gustavo Aquino

Dr. Gustavo Aquino

Neurocirurgião e Especialista em Medicina Intervencionista da Dor

Médico graduado pela Faculdade de Medicina de Botucatu (UNESP).

Residência Médica em Neurocirurgia pela Faculdade de Medicina de Botucatu (UNESP).

Membro Titular da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia.

Título de Especialista em Neurocirurgia pelo MEC.

Título de Área de Atuação em Dor pela Associação Médica Brasileira (AMB).

Membro Efetivo do World Institute of Pain (WIP).

Título Internacional de Especialista em Medicina Intervencionista da Dor: Fellow of Interventional Pain Practice (FIPP).

Examinador da prova para obtenção do título de Fellow of Interventional Pain Practice (FIPP).

Pós-Graduação em Tratamento Intervencionista da Dor Guiado por Ultrassom pelo sinpain.

Ex-Professor da Pós-Graduação em Medicina Intervencionista da Dor do Hospital Israelita Albert Einstein.

Professor do Grupo sinpain.

Observership em Medicina Intervencionista da Dor no Orbis Medical Center, Holanda.

Estágio em Neurocirurgia Funcional e Dor no HC-FMUSP.

Estágio em Neuromodulação e Terapia da Dor na Universidade Radboud, Nijmegen, Holanda.

Coordenador do Pain Master (sinpain).

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Investimento:

R$ 234,30

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