Matrículas Abertas

Dor Crônica Pós-Operatória

Dor Crônica Pós-Cirúrgica e Pós-Traumática: Mecanismos de Cronificação, Predição de Risco e Manejo Preventivo Multimodal

Investimento:

R$ 49,50

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Dr. Diogo Kallas
Coordenador do curso

Dr. Diogo Kallas

Sobre o Curso

Conheça este curso

O desenvolvimento de dor crônica pós-operatória (CPSP) ou pós-traumática representa um dos desfechos mais frustrantes e complexos tanto para a equipe cirúrgica quanto para o especialista em dor. Longe de ser sinônimo de falha técnica ou erro médico, a cronificação da dor após um procedimento controlado (ou trauma acidental) decorre de uma intrincada cascata de plasticidade neural mal adaptativa e lesão tecidual. Mapear esses fatores no perioperatório é a chave para quebrar o ciclo de sofrimento e evitar reoperações desnecessárias que apenas perpetuam a hiperexcitabilidade central.

Nesta aula, Dr. Diogo Kallas conduz uma imersão profunda nos fundamentos da dor persistente pós-cirúrgica. O material destrincha as taxas de incidência nas principais cirurgias, os biomarcadores preditores de risco, o papel da analgesia preemptiva e o desenho tático de um plano de tratamento multimodal capaz de restaurar a funcionalidade do paciente.

Você vai aprender.

  • Definição e a Fronteira dos 3 Meses: Compreenda o conceito estrito da Dor Crônica Pós-Cirúrgica (CPSP): uma dor que se desenvolve ou aumenta de intensidade após o procedimento, localizada na região cirúrgica e que persiste por mais de 3 meses, ultrapassando o tempo regulamentar de cicatrização tecidual.
  • Estatísticas de Incidência por Procedimento: O mapeamento real das taxas de cronificação e dor severa nas cirurgias mais prevalentes: Amputação de Membros (>80%, com predomínio de Dor do Membro Fantasma); Toracotomia (35% a 65%); Mastectomia (50%, sendo mais de 65% com perfil neuropático); Artroplastia de Joelho (até 44%, com 15% de evolução severa); Vasectomia (~40%); Craniotomia (7% a 30%); Herniorrafia Inguinal (10% a 15%, com >80% de componente neuropático); e Cesariana (6% a 55%).
  • Fisiopatologia da Lesão Nervosa Desencadeante: Entenda como a manipulação, retração e incisão tecidual rompem feixes nervosos periféricos, gerando focos de dor neuropática imediata. Compreenda a transição não linear da dor aguda para a crônica, caracterizada por janelas dinâmicas de acalmia e exacerbação.
  • Mecanismos de Cronificação e Bioassinaturas: Mapeie os três eixos que governam a perpetuação da dor: a sensibilização central induzida pela inflamação perioperatória; a complexa interação genética (polimorfismos de nucleotídeos reguladores de neurotransmissores); e os fatores psicossociais (ansiedade, depressão e catastrofização). Conheça a evolução em direção às bioassinaturas epigenéticas para prever o risco individual no pré-operatório.
  • Fatores de Risco Perioperatórios Críticos: Como identificar o paciente vulnerável antes da incisão. Entenda o impacto do tempo e extensão da cirurgia, a presença de dor crônica preexistente e o papel da escolha anestésica (anestesia inalatória carrega maior risco de cronificação que a TIVA; anestesias gerais sistêmicas carregam maior risco que bloqueios regionais e neuroaxiais).
  • O Alarme do Pós-Operatório Imediato: Compreenda por que uma dor aguda severa e refratária a opióides nas primeiras horas pós-cirúrgicas funciona como o principal preditor de CPSP. Saiba como triar o consumo abusivo de opióides e o sofrimento emocional para conter a remodelação cortical precoce.
  • Analgesia Preemptiva e Preventiva de Resgate: Domine o desenho de esquemas farmacológicos de barreira. Aprenda a introduzir os gabapentinoides no pré-operatório (como a titulação perioperatória de Pregabalina ou Gabapentina), associando infusões controladas de Lidocaína, Cetamina, Clonidina e corticosteroides para anestesiar o sistema somatossensitivo antes do trauma cirúrgico.
  • Coordenação de Cuidados e Evitação de Iatrogenias: Como estruturar Serviços de Dor Pós-Operatória de transição para conectar as equipes cirúrgica, anestésica e ambulatorial. Entenda a urgência de evitar “comentários desestabilizadores” que alimentam o medo do paciente e saiba como blindá-lo contra reoperações intempestivas em tecidos cronicamente sensibilizados.

Esta aula consolida critérios internacionais de prevenção farmacológica e psicoterapêutica (TCC), capacitando o médico intervencionista e o clínico a atuarem como defensores da integridade neurológica do paciente no momento mais crítico de sua jornada.

Um conteúdo indispensável para anestesistas, neurocirurgiões, ortopedistas, cirurgiões gerais e médicos de dor que buscam dominar a predição de risco e a medicina regenerativa/intervencionista aplicada à dor crônica pós-operatória.

Informações do curso

  • Tema: Dor Crônica Pós-Operatória
  • Professor: Dr. Diogo Kallas
  • Idioma: Português
  • Duração: 30 min
  • Acesso: Imediato disponível por 1 ano
  • Local: Plataforma Online sinpain
  • Certificado: Digital
PILAR 01

Aprendizagem

Domínio técnico que vai além do superficial.

Nesta aula você aprende: Definição e a Fronteira dos 3 Meses; Estatísticas de Incidência por Procedimento; Fisiopatologia da Lesão Nervosa Desencadeante; Mecanismos de Cronificação e Bioassinaturas.
PILAR 02

Atuação

Da teoria a prática clínica

Aplicação direta na sua prática clínica, com acesso imediato na Plataforma Online sinpain.
PILAR 03

Autoridade

Onde o saber é compartilhado e a influência se constrói.

Aula ministrada por Dr. Diogo Kallas (Médico da Dor, Clínico Médico e Geriatra). Certificado Digital ao final.

Cronograma

Aula gravada — Duração: 30 min · Acesso imediato, disponível por 1 ano · Plataforma Online sinpain · Certificado Digital

Para quem é este curso

O que você vai aprender:

Definição e a Fronteira dos 3 Meses: Compreenda o conceito estrito da Dor Crônica Pós-Cirúrgica (CPSP): uma dor que se desenvolve ou aumenta de intensidade após o procedimento, localizada na região cirúrgica e que persiste por mais de 3 meses, ultrapassando o tempo regulamentar de cicatrização tecidual.
Estatísticas de Incidência por Procedimento: O mapeamento real das taxas de cronificação e dor severa nas cirurgias mais prevalentes: Amputação de Membros (>80%, com predomínio de Dor do Membro Fantasma); Toracotomia (35% a 65%); Mastectomia (50%, sendo mais de 65% com perfil neuropático); Artroplastia de Joelho (até 44%, com 15% de evolução severa); Vasectomia (~40%); Craniotomia (7% a 30%); Herniorrafia Inguinal (10% a 15%, com >80% de componente neuropático); e Cesariana (6% a 55%).
Fisiopatologia da Lesão Nervosa Desencadeante: Entenda como a manipulação, retração e incisão tecidual rompem feixes nervosos periféricos, gerando focos de dor neuropática imediata. Compreenda a transição não linear da dor aguda para a crônica, caracterizada por janelas dinâmicas de acalmia e exacerbação.
Mecanismos de Cronificação e Bioassinaturas: Mapeie os três eixos que governam a perpetuação da dor: a sensibilização central induzida pela inflamação perioperatória; a complexa interação genética (polimorfismos de nucleotídeos reguladores de neurotransmissores); e os fatores psicossociais (ansiedade, depressão e catastrofização). Conheça a evolução em direção às bioassinaturas epigenéticas para prever o risco individual no pré-operatório.
Fatores de Risco Perioperatórios Críticos: Como identificar o paciente vulnerável antes da incisão. Entenda o impacto do tempo e extensão da cirurgia, a presença de dor crônica preexistente e o papel da escolha anestésica (anestesia inalatória carrega maior risco de cronificação que a TIVA; anestesias gerais sistêmicas carregam maior risco que bloqueios regionais e neuroaxiais).
O Alarme do Pós-Operatório Imediato: Compreenda por que uma dor aguda severa e refratária a opióides nas primeiras horas pós-cirúrgicas funciona como o principal preditor de CPSP. Saiba como triar o consumo abusivo de opióides e o sofrimento emocional para conter a remodelação cortical precoce.
Analgesia Preemptiva e Preventiva de Resgate: Domine o desenho de esquemas farmacológicos de barreira. Aprenda a introduzir os gabapentinoides no pré-operatório (como a titulação perioperatória de Pregabalina ou Gabapentina), associando infusões controladas de Lidocaína, Cetamina, Clonidina e corticosteroides para anestesiar o sistema somatossensitivo antes do trauma cirúrgico.
Coordenação de Cuidados e Evitação de Iatrogenias: Como estruturar Serviços de Dor Pós-Operatória de transição para conectar as equipes cirúrgica, anestésica e ambulatorial. Entenda a urgência de evitar "comentários desestabilizadores" que alimentam o medo do paciente e saiba como blindá-lo contra reoperações intempestivas em tecidos cronicamente sensibilizados.

Temas abordados:

Definição e a Fronteira dos 3 Meses
Estatísticas de Incidência por Procedimento
Fisiopatologia da Lesão Nervosa Desencadeante
Mecanismos de Cronificação e Bioassinaturas
Fatores de Risco Perioperatórios Críticos
O Alarme do Pós-Operatório Imediato
Analgesia Preemptiva e Preventiva de Resgate
Coordenação de Cuidados e Evitação de Iatrogenias

Coordenador do curso:

Dr. Diogo Kallas

Dr. Diogo Kallas

Médico da Dor, Clínico Médico e Geriatra

Médico da Dor, Clínico Médico, Geriatra e Médico do Trabalho.

Graduado pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais (FCM-MG).

Residência Médica em Clínica Médica.

Residência Médica em Geriatria.

Pós-graduado em Medicina do Trabalho.

Título de Área de Atuação em Dor pela Associação Médica Brasileira (AMB).

Vice-Presidente da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED) (2026-2027).

Ex-Presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Seção Minas Gerais (SBGG-MG) (2023-2025).

Professor do ClinicDor, pós-graduação em Medicina da Dor da Faculdade sinpain.

Corpo Docente:

Dr. Diogo Kallas

Dr. Diogo Kallas

Médico da Dor, Clínico Médico e Geriatra

Médico da Dor, Clínico Médico, Geriatra e Médico do Trabalho.

Graduado pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais (FCM-MG).

Residência Médica em Clínica Médica.

Residência Médica em Geriatria.

Pós-graduado em Medicina do Trabalho.

Título de Área de Atuação em Dor pela Associação Médica Brasileira (AMB).

Vice-Presidente da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED) (2026-2027).

Ex-Presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Seção Minas Gerais (SBGG-MG) (2023-2025).

Professor do ClinicDor, pós-graduação em Medicina da Dor da Faculdade sinpain.

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Investimento:

R$ 49,50

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