Matrículas Abertas

Exames Complementares em Dor

Raciocínio Clínico vs. Excessos de Exames: O Guia de Alta Performance para o Diagnóstico em Dor

Investimento:

R$ 130,35

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Dr. Diogo Kallas
Coordenador do curso

Dr. Diogo Kallas

Sobre o Curso

Conheça este curso

O avanço tecnológico na medicina intervencionista e laboratorial trouxe um arsenal sem precedentes para o consultório do médico de dor, com mais de 4.000 testes disponíveis. No entanto, o erro mais frequente e oneroso da prática moderna é inverter a lógica diagnóstica: tratar o exame em vez do paciente

.A dependência excessiva de exames complementares alimenta uma epidemia silenciosa de sobrediagnóstico (overdiagnosis) e sobretratamento (overtreatment), gerando a temida Síndrome de Ulisses — uma jornada interminável de ansiedade e procedimentos desnecessários motivados por falsos positivos.

Nesta aula, Dr. Diogo Kallas destrincha a propedêutica de precisão baseada no valor e no bom senso clínico. O material ensina a estruturar as três fases das análises laboratoriais, a interpretar marcadores inflamatórios de forma crítica, a dominar os limites da eletroneuromiografia e a desvendar as “bioassinaturas” de imagem em cefaleias e dores torácicas. Tudo isso para que você seja um dorologista que usa a agulha e a caneta com máxima resolutividade e previsibilidade técnica.

Você vai aprender.

  • O Labirinto dos Excessos e a Síndrome de Ulisses: Compreenda o impacto clínico e financeiro do desperdício em saúde suplementar e no SUS. Analise como a solicitação desordenada de exames induz o médico a erros conceituais (como tratar uma hérnia de disco assintomática na ressonância e negligenciar uma dor miofascial ou neuropatia periférica real) e saiba como blindar seu raciocínio contra falsos positivos.
  • As Três Fases Laboratoriais e o Gargalo Pré-Analítico: Mapeie o fluxo dos testes divididos em fases pré-analítica, analítica e pós-analítica. Entenda por que cerca de 70% de todos os erros laboratoriais operam na fase pré-analítica (coleta inadequada, garroteamento prolongado, variações do ciclo hormonal ou transporte incorreto) e aprenda a validar os laudos com rigor científico.
  • Provas Reumatológicas de Triagem — PCR vs. VHS: Como interpretar criticamente a Proteína C-Reativa (PCR) e a Velocidade de Hemossedimentação (VHS). Entenda a baixa especificidade da PCR (que se eleva por obesidade, tabagismo, diabetes e envelhecimento) e aprenda a reconhecer o valor da VHS: elevações extremas acima de 100 mm/h em idosos são indexadores fortes para Polimialgia Reumática ou Arterite Temporal.
  • Decifrando o FAN (Fator Antinucleador): Entenda por que até 15% da população saudável apresenta FAN positivo sem nenhuma doença autoimune. Domine o filtro de especificidade baseado na titulação (relevante acima de 1:160) e nos padrões de imunofluorescência: os padrões pontilhado fino ou fino denso mimetizam falsos positivos hígidos, enquanto os padrões grosso, nucleolar e centromérico chancelam colagenoses (Lúpus, Esclerodermia, Sjögren).
  • Fator Reumatoide vs. Anti-CCP: Compreenda as limitações do Fator Reumatoide (positivo em idosos saudáveis, hanseníase e neoplasias). Saiba por que o Anti-CCP consolidou-se como o marcador de eleição para o diagnóstico de Artrite Reumatóide (AR) precoce, funcionando como um indexador preciso de pior prognóstico e risco de lesões erosivas intra-articulares.
  • Arsenal de Imagem e Bioassinaturas Estruturais: A indicação exata de exames baseada no custo-benefício. Entenda o uso do Raio-X dinâmico na AR para flagrar a luxação atlanto-axial antes de manipulações físicas; o papel do ultrassom para mapear sinovites de bexiga; e a ressonância magnética para documentar a osteonecrose avascular da cabeça do fêmur, focos ocultos de osteomielite e a sacroileíte inicial na Espondilite Anquilosante (HLA-B27).
  • Os 10 Red Flags para Cefaleias Secundárias: Domine os critérios obrigatórios que justificam o rastreio por imagem ou punção lombar (início abrupto em “trovão”, tríade meningítica, déficits focais, início após os 50 anos, cefaleia pós-esforço ou pós-coito persistente). Analise os dados do estudo canadense que comprovam o pífio índice de detecção de lesões reais em exames solicitados sem esses critérios.
  • Análise Avançada do Líquor nas Meningites: O passo a passo para interpretar o Líquido Cefalorraquidiano. Aprenda a rastrear a hiperproteinorráquia (albumina >45 mg/dL), a hipoglicorráquia (glicose líquor <2/3 da glicemia plasmática, assinatura de infecções bacterianas e fúngicas) e a pleocitose celular (neutrófilos em infecções bacterianas agudas vs. linfócitos em quadros virais e tuberculose).
  • Propedêutica Armada na Dor Torácica de Urgência: Como conduzir diagnósticos diferenciais agudos viscerais e neurogênicos. Interprete o papel do D-dímero como indexador de exclusão para TEP; o supra de ST em “sela” difuso no ECG para Pericardite Aguda; a tomografia para flagrar o Tumor de Pancoast; e os exames sorológicos para diagnosticar a Síndrome de Parsonage-Turner (plexopatia braquial aguda ligada ao HIV).
  • Eletroneuromiografia (ENMG) e a Regra das Fibras Finas: Domine as três etapas da ENMG (neurocondução axonal vs. desmielinizante, exame de agulha e estimulação repetitiva). Compreenda o limite intransponível do exame: a ENMG avalia exclusivamente fibras grossas mielinizadas. Em neuropatias de pequenas fibras (fases iniciais da neuropatia diabética ou amiloidose), a ENMG será rigorosamente normal.
  • Termografia Computadorizada — O Mapa Fisiológico: Como utilizar a termografia infravermelha para documentar disautonomias no consultório. Entenda a assinatura hiper térmica (“pontos quentes” por vasodilatação e citocinas) em processos inflamatórios agudos e a assinatura hipotérmica severa (“membros frios” por vasoconstrição simpática contínua) na Síndrome de Dor Regional Complexa (CRPS) crônica.

Este conteúdo foi estruturado para transformar a sua visão diagnóstica, migrando da leitura passiva de laudos radiológicos para uma propedêutica armada de alta resolutividade.

Um treinamento indispensável para médicos intervencionistas, geriatras, neurologistas, ortopedistas, anestesistas e reumatologistas que buscam excelência clínica, eliminação do desperdício e segurança absoluta na condução do paciente com dor.

Informações do curso

  • Tema: Exames Complementares em Dor
  • Professor: Dr. Diogo Kallas
  • Idioma: Português
  • Duração: 76 min
  • Acesso: Imediato disponível por 1 ano
  • Local: Plataforma Online sinpain
  • Certificado: Digital
PILAR 01

Aprendizagem

Domínio técnico que vai além do superficial.

Nesta aula você aprende: O Labirinto dos Excessos e a Síndrome de Ulisses; As Três Fases Laboratoriais e o Gargalo Pré-Analítico; Provas Reumatológicas de Triagem — PCR vs. VHS; Decifrando o FAN (Fator Antinucleador).
PILAR 02

Atuação

Da teoria a prática clínica

Aplicação direta na sua prática clínica, com acesso imediato na Plataforma Online sinpain.
PILAR 03

Autoridade

Onde o saber é compartilhado e a influência se constrói.

Aula ministrada por Dr. Diogo Kallas (Médico da Dor, Clínico Médico e Geriatra). Certificado Digital ao final.

Cronograma

Aula gravada — Duração: 76 min · Acesso imediato, disponível por 1 ano · Plataforma Online sinpain · Certificado Digital

Para quem é este curso

O que você vai aprender:

O Labirinto dos Excessos e a Síndrome de Ulisses: Compreenda o impacto clínico e financeiro do desperdício em saúde suplementar e no SUS. Analise como a solicitação desordenada de exames induz o médico a erros conceituais (como tratar uma hérnia de disco assintomática na ressonância e negligenciar uma dor miofascial ou neuropatia periférica real) e saiba como blindar seu raciocínio contra falsos positivos.
As Três Fases Laboratoriais e o Gargalo Pré-Analítico: Mapeie o fluxo dos testes divididos em fases pré-analítica, analítica e pós-analítica. Entenda por que cerca de 70% de todos os erros laboratoriais operam na fase pré-analítica (coleta inadequada, garroteamento prolongado, variações do ciclo hormonal ou transporte incorreto) e aprenda a validar os laudos com rigor científico.
Provas Reumatológicas de Triagem — PCR vs. VHS: Como interpretar criticamente a Proteína C-Reativa (PCR) e a Velocidade de Hemossedimentação (VHS). Entenda a baixa especificidade da PCR (que se eleva por obesidade, tabagismo, diabetes e envelhecimento) e aprenda a reconhecer o valor da VHS: elevações extremas acima de 100 mm/h em idosos são indexadores fortes para Polimialgia Reumática ou Arterite Temporal.
Decifrando o FAN (Fator Antinucleador): Entenda por que até 15% da população saudável apresenta FAN positivo sem nenhuma doença autoimune. Domine o filtro de especificidade baseado na titulação (relevante acima de 1:160) e nos padrões de imunofluorescência: os padrões pontilhado fino ou fino denso mimetizam falsos positivos hígidos, enquanto os padrões grosso, nucleolar e centromérico chancelam colagenoses (Lúpus, Esclerodermia, Sjögren).
Fator Reumatoide vs. Anti-CCP: Compreenda as limitações do Fator Reumatoide (positivo em idosos saudáveis, hanseníase e neoplasias). Saiba por que o Anti-CCP consolidou-se como o marcador de eleição para o diagnóstico de Artrite Reumatóide (AR) precoce, funcionando como um indexador preciso de pior prognóstico e risco de lesões erosivas intra-articulares.
Arsenal de Imagem e Bioassinaturas Estruturais: A indicação exata de exames baseada no custo-benefício. Entenda o uso do Raio-X dinâmico na AR para flagrar a luxação atlanto-axial antes de manipulações físicas; o papel do ultrassom para mapear sinovites de bexiga; e a ressonância magnética para documentar a osteonecrose avascular da cabeça do fêmur, focos ocultos de osteomielite e a sacroileíte inicial na Espondilite Anquilosante (HLA-B27).
Os 10 Red Flags para Cefaleias Secundárias: Domine os critérios obrigatórios que justificam o rastreio por imagem ou punção lombar (início abrupto em "trovão", tríade meningítica, déficits focais, início após os 50 anos, cefaleia pós-esforço ou pós-coito persistente). Analise os dados do estudo canadense que comprovam o pífio índice de detecção de lesões reais em exames solicitados sem esses critérios.
Análise Avançada do Líquor nas Meningites: O passo a passo para interpretar o Líquido Cefalorraquidiano. Aprenda a rastrear a hiperproteinorráquia (albumina >45 mg/dL), a hipoglicorráquia (glicose líquor <2/3 da glicemia plasmática, assinatura de infecções bacterianas e fúngicas) e a pleocitose celular (neutrófilos em infecções bacterianas agudas vs. linfócitos em quadros virais e tuberculose).
Propedêutica Armada na Dor Torácica de Urgência: Como conduzir diagnósticos diferenciais agudos viscerais e neurogênicos. Interprete o papel do D-dímero como indexador de exclusão para TEP; o supra de ST em "sela" difuso no ECG para Pericardite Aguda; a tomografia para flagrar o Tumor de Pancoast; e os exames sorológicos para diagnosticar a Síndrome de Parsonage-Turner (plexopatia braquial aguda ligada ao HIV).
Eletroneuromiografia (ENMG) e a Regra das Fibras Finas: Domine as três etapas da ENMG (neurocondução axonal vs. desmielinizante, exame de agulha e estimulação repetitiva). Compreenda o limite intransponível do exame: a ENMG avalia exclusivamente fibras grossas mielinizadas. Em neuropatias de pequenas fibras (fases iniciais da neuropatia diabética ou amiloidose), a ENMG será rigorosamente normal.
Termografia Computadorizada — O Mapa Fisiológico: Como utilizar a termografia infravermelha para documentar disautonomias no consultório. Entenda a assinatura hiper térmica ("pontos quentes" por vasodilatação e citocinas) em processos inflamatórios agudos e a assinatura hipotérmica severa ("membros frios" por vasoconstrição simpática contínua) na Síndrome de Dor Regional Complexa (CRPS) crônica.

Temas abordados:

O Labirinto dos Excessos e a Síndrome de Ulisses
As Três Fases Laboratoriais e o Gargalo Pré-Analítico
Provas Reumatológicas de Triagem — PCR vs. VHS
Decifrando o FAN (Fator Antinucleador)
Fator Reumatoide vs. Anti-CCP
Arsenal de Imagem e Bioassinaturas Estruturais
Os 10 Red Flags para Cefaleias Secundárias
Análise Avançada do Líquor nas Meningites
Propedêutica Armada na Dor Torácica de Urgência
Eletroneuromiografia (ENMG) e a Regra das Fibras Finas
Termografia Computadorizada — O Mapa Fisiológico

Coordenador do curso:

Dr. Diogo Kallas

Dr. Diogo Kallas

Médico da Dor, Clínico Médico e Geriatra

Médico da Dor, Clínico Médico, Geriatra e Médico do Trabalho.

Graduado pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais (FCM-MG).

Residência Médica em Clínica Médica.

Residência Médica em Geriatria.

Pós-graduado em Medicina do Trabalho.

Título de Área de Atuação em Dor pela Associação Médica Brasileira (AMB).

Vice-Presidente da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED) (2026-2027).

Ex-Presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Seção Minas Gerais (SBGG-MG) (2023-2025).

Professor do ClinicDor, pós-graduação em Medicina da Dor da Faculdade sinpain.

Corpo Docente:

Dr. Diogo Kallas

Dr. Diogo Kallas

Médico da Dor, Clínico Médico e Geriatra

Médico da Dor, Clínico Médico, Geriatra e Médico do Trabalho.

Graduado pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais (FCM-MG).

Residência Médica em Clínica Médica.

Residência Médica em Geriatria.

Pós-graduado em Medicina do Trabalho.

Título de Área de Atuação em Dor pela Associação Médica Brasileira (AMB).

Vice-Presidente da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED) (2026-2027).

Ex-Presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Seção Minas Gerais (SBGG-MG) (2023-2025).

Professor do ClinicDor, pós-graduação em Medicina da Dor da Faculdade sinpain.

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Investimento:

R$ 130,35

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