Matrículas Abertas

Doenças Degenerativas

Doenças Crônico-Degenerativas no Consultório de Dor: Manejo Clínico e Intervencionista na DAOP e Osteoporose

Investimento:

R$ 64,35

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Dr. Diogo Kallas
Coordenador do curso

Dr. Diogo Kallas

Sobre o Curso

Conheça este curso

O envelhecimento populacional trouxe para a rotina do médico de dor um perfil de pacientes altamente complexo, caracterizado por policomorbidades e poliqueixas. As doenças crônico-degenerativas afetam cerca de 80% da população acima dos 60 anos e são responsáveis por 90% das causas de óbito no Brasil. Diante desse cenário, o especialista não pode se limitar a tratar a dor como um sintoma isolado ou aplicar condutas automáticas: é mandatório dominar a fisiopatologia sistêmica, decifrar os eixos neurobiológicos dessas afecções e saber estruturar um algoritmo que integre a farmacologia de ponta a resgates intervencionistas precisos.

Nesta aula prática e ricamente fundamentada, Dr. Diogo Kallas conduz uma imersão definitiva no diagnóstico e tratamento de duas das condições degenerativas mais prevalentes e incapacitantes: a Doença Arterial Obstrutiva Periférica (DAOP) e a Osteoporose. O material detalha desde a engenharia hemodinâmica do Índice Tornozelo-Braquial (ITB) e o rastreamento de fraturas por fragilidade via ferramenta FRAX Brasil, até o manejo avançado de bisfosfonados, imunobiológicos e procedimentos como o bloqueio simpático lombar e a vertebroplastia.

Você vai aprender.

  • Fisiopatologia Isquêmica e a Dor Mista na DAOP: Compreenda o processo acumulativo da aterosclerose, que cursa com a redução drástica do lúmen vascular e a consequente acidose tecidual. Entenda como a isquemia periférica gera uma dor de padrão misto: nociceptiva inflamatória (pela liberação de citocinas, TNF-alfa e interleucinas) e neuropática (pelo acometimento isquêmico direto do vasa nervorum).
  • O Índice Tornozelo-Braquial (ITB) como Filtro Diagnóstico: O passo a passo para calcular e interpretar o ITB no exame físico. Saiba correlacionar os valores: normalidade de 1.0 a 1.4; oclusão arterial diagnóstica abaixo de 0.9 (severa abaixo de 0.5); e a armadilha do falso negativo acima de 1.4, indicativa de extrema rigidez e calcificação arterial em idosos e renais crônicos.
  • Arsenal Farmacológico da DAOP e Alertas Cardiovasculares: O manejo seguro de vasodilatadores e adjuvantes analgésicos. Entenda os critérios de uso do Cilostazol (inibidor da fosfodiasterase 3) em doses de 50 a 100 mg BID, respeitando sua contraindicação formal em cardiopatas com fração de ejeção reduzida, além da indicação tática de Duloxetina e do uso restrito de adesivos de Lidocaína 5% (proscritos sobre úlceras isquêmicas abertas).
  • Bloqueio Simpático Lombar e Salvamento de Membro: “É preferível arrepender-se de não fazer um bloqueio simpático do que de tê-lo feito”. Compreenda a potência do bloqueio do sistema nervoso autônomo simpático para promover vasodilatação e quebrar o componente nociceptivo da dor, alcançando taxas de sucesso superiores a 80% no resgate de dores isquêmicas refratárias ao tratamento clínico.
  • Microfraturas Osteoporóticas e a Teoria da Sensibilização: Desconstrua o mito de que a osteoporose só dói quando há fraturas maiores. Entenda como a reabsorção óssea desregulada e a ocorrência de microfraturas trabeculares ativam diretamente mecanorreceptores e nociceptores periósseos, deflagrando fenômenos de sensibilização periférica e central antes mesmo do colapso estrutural macroscópico.
  • Rastreamento Estrutural e a Ferramenta FRAX Brasil: Como conduzir a propedêutica óssea no consultório. Domine a indicação exata da densitometria óssea (DEXA) para triagem (mulheres >65 anos e homens >70 anos) e a aplicação da ferramenta digital FRAX Brasil para rastrear o risco de fraturas em 10 anos, estabelecendo a nota de corte para intervenção medicamentosa em pacientes osteopênicos de alto risco.
  • Gestão de Bisfosfonados e Alertas de Osteonecrose: O mapa definitivo de manejo dos antirreabsortivos. Compreenda por que o Ibandronato protege contra fraturas vertebrais, mas falha na proteção do fêmur, e saiba quando migrar para o Ácido Zoledrônico (infusão anual). Domine o risco crítico de osteonecrose de mandíbula e a diretriz de suspender os bisfosfonados 30 dias antes de qualquer procedimento odontológico invasivo.
  • Terapias de Vanguarda: Imunobiológicos e Vertebroplastia: Conheça os mecanismos farmacodinâmicos de novas drogas indutoras de osteogênese, como o Denosumab (Prolia) e o Romosozumab (Evenity), e o papel da Teriparatide (análogo do PTH). Aprenda as diretrizes de indicação cirúrgica para fraturas por compressão vertebral, utilizando a Vertebroplastia e Cifoplastia como ferramentas imediatas para devolver altura e funcionalidade ao paciente.

Mais do que apenas tratar sintomas com analgésicos comuns, esta aula entrega um roteiro integrativo completo — incluindo a importância de otimizar o microbioma intestinal através do eixo intestino-coluna para frear citocinas inflamatórias sistêmicas.

Um conteúdo indispensável para médicos de dor, geriatras, ortopedistas, neurologistas e anestesistas que buscam excelência clínica e previsibilidade no tratamento de dores degenerativas.

Informações do curso

  • Tema: Doenças Degenerativas
  • Professor: Dr. Diogo Kallas
  • Idioma: Português
  • Duração: 92 min
  • Acesso: Imediato disponível por 1 ano
  • Local: Plataforma Online sinpain
  • Certificado: Digital
PILAR 01

Aprendizagem

Domínio técnico que vai além do superficial.

Nesta aula você aprende: Fisiopatologia Isquêmica e a Dor Mista na DAOP; O Índice Tornozelo-Braquial (ITB) como Filtro Diagnóstico; Arsenal Farmacológico da DAOP e Alertas Cardiovasculares; Bloqueio Simpático Lombar e Salvamento de Membro.
PILAR 02

Atuação

Da teoria a prática clínica

Aplicação direta na sua prática clínica, com acesso imediato na Plataforma Online sinpain.
PILAR 03

Autoridade

Onde o saber é compartilhado e a influência se constrói.

Aula ministrada por Dr. Diogo Kallas (Médico da Dor, Clínico Médico e Geriatra). Certificado Digital ao final.

Cronograma

Aula gravada — Duração: 92 min · Acesso imediato, disponível por 1 ano · Plataforma Online sinpain · Certificado Digital

Para quem é este curso

O que você vai aprender:

Fisiopatologia Isquêmica e a Dor Mista na DAOP: Compreenda o processo acumulativo da aterosclerose, que cursa com a redução drástica do lúmen vascular e a consequente acidose tecidual. Entenda como a isquemia periférica gera uma dor de padrão misto: nociceptiva inflamatória (pela liberação de citocinas, TNF-alfa e interleucinas) e neuropática (pelo acometimento isquêmico direto do vasa nervorum).
O Índice Tornozelo-Braquial (ITB) como Filtro Diagnóstico: O passo a passo para calcular e interpretar o ITB no exame físico. Saiba correlacionar os valores: normalidade de 1.0 a 1.4; oclusão arterial diagnóstica abaixo de 0.9 (severa abaixo de 0.5); e a armadilha do falso negativo acima de 1.4, indicativa de extrema rigidez e calcificação arterial em idosos e renais crônicos.
Arsenal Farmacológico da DAOP e Alertas Cardiovasculares: O manejo seguro de vasodilatadores e adjuvantes analgésicos. Entenda os critérios de uso do Cilostazol (inibidor da fosfodiasterase 3) em doses de 50 a 100 mg BID, respeitando sua contraindicação formal em cardiopatas com fração de ejeção reduzida, além da indicação tática de Duloxetina e do uso restrito de adesivos de Lidocaína 5% (proscritos sobre úlceras isquêmicas abertas).
Bloqueio Simpático Lombar e Salvamento de Membro: "É preferível arrepender-se de não fazer um bloqueio simpático do que de tê-lo feito". Compreenda a potência do bloqueio do sistema nervoso autônomo simpático para promover vasodilatação e quebrar o componente nociceptivo da dor, alcançando taxas de sucesso superiores a 80% no resgate de dores isquêmicas refratárias ao tratamento clínico.
Microfraturas Osteoporóticas e a Teoria da Sensibilização: Desconstrua o mito de que a osteoporose só dói quando há fraturas maiores. Entenda como a reabsorção óssea desregulada e a ocorrência de microfraturas trabeculares ativam diretamente mecanorreceptores e nociceptores periósseos, deflagrando fenômenos de sensibilização periférica e central antes mesmo do colapso estrutural macroscópico.
Rastreamento Estrutural e a Ferramenta FRAX Brasil: Como conduzir a propedêutica óssea no consultório. Domine a indicação exata da densitometria óssea (DEXA) para triagem (mulheres >65 anos e homens >70 anos) e a aplicação da ferramenta digital FRAX Brasil para rastrear o risco de fraturas em 10 anos, estabelecendo a nota de corte para intervenção medicamentosa em pacientes osteopênicos de alto risco.
Gestão de Bisfosfonados e Alertas de Osteonecrose: O mapa definitivo de manejo dos antirreabsortivos. Compreenda por que o Ibandronato protege contra fraturas vertebrais, mas falha na proteção do fêmur, e saiba quando migrar para o Ácido Zoledrônico (infusão anual). Domine o risco crítico de osteonecrose de mandíbula e a diretriz de suspender os bisfosfonados 30 dias antes de qualquer procedimento odontológico invasivo.
Terapias de Vanguarda: Imunobiológicos e Vertebroplastia: Conheça os mecanismos farmacodinâmicos de novas drogas indutoras de osteogênese, como o Denosumab (Prolia) e o Romosozumab (Evenity), e o papel da Teriparatide (análogo do PTH). Aprenda as diretrizes de indicação cirúrgica para fraturas por compressão vertebral, utilizando a Vertebroplastia e Cifoplastia como ferramentas imediatas para devolver altura e funcionalidade ao paciente.

Temas abordados:

Fisiopatologia Isquêmica e a Dor Mista na DAOP
O Índice Tornozelo-Braquial (ITB) como Filtro Diagnóstico
Arsenal Farmacológico da DAOP e Alertas Cardiovasculares
Bloqueio Simpático Lombar e Salvamento de Membro
Microfraturas Osteoporóticas e a Teoria da Sensibilização
Rastreamento Estrutural e a Ferramenta FRAX Brasil
Gestão de Bisfosfonados e Alertas de Osteonecrose
Terapias de Vanguarda

Coordenador do curso:

Dr. Diogo Kallas

Dr. Diogo Kallas

Médico da Dor, Clínico Médico e Geriatra

Médico da Dor, Clínico Médico, Geriatra e Médico do Trabalho.

Graduado pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais (FCM-MG).

Residência Médica em Clínica Médica.

Residência Médica em Geriatria.

Pós-graduado em Medicina do Trabalho.

Título de Área de Atuação em Dor pela Associação Médica Brasileira (AMB).

Vice-Presidente da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED) (2026-2027).

Ex-Presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Seção Minas Gerais (SBGG-MG) (2023-2025).

Professor do ClinicDor, pós-graduação em Medicina da Dor da Faculdade sinpain.

Corpo Docente:

Dr. Diogo Kallas

Dr. Diogo Kallas

Médico da Dor, Clínico Médico e Geriatra

Médico da Dor, Clínico Médico, Geriatra e Médico do Trabalho.

Graduado pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais (FCM-MG).

Residência Médica em Clínica Médica.

Residência Médica em Geriatria.

Pós-graduado em Medicina do Trabalho.

Título de Área de Atuação em Dor pela Associação Médica Brasileira (AMB).

Vice-Presidente da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED) (2026-2027).

Ex-Presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Seção Minas Gerais (SBGG-MG) (2023-2025).

Professor do ClinicDor, pós-graduação em Medicina da Dor da Faculdade sinpain.

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Investimento:

R$ 64,35

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