Matrículas Abertas

Dor em Urgência e Emergência – Dr. Diogo Kallas

Manejo da Dor Aguda no Departamento de Emergência: Protocolos de Triage, Intervenções Guiadas por Ultrassom e Manejo de Pacientes Complexos

Investimento:

R$ 151,43

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Dr. Diogo Kallas
Coordenador do curso

Dr. Diogo Kallas

Sobre o Curso

Conheça este curso

O departamento de emergência é a porta de entrada da grande maioria das queixas álgicas no sistema de saúde, representando mais de 50% de todos os atendimentos de urgência. No entanto, o pronto-socorro costuma ser o cenário onde a dor é mais negligenciada e subtratada. A pressão pelo giro de leitos, a superlotação crônica e a falta de treinamento específico fazem com que muitos pacientes sofram por horas na fila de espera ou recebam altas hospitalares sem o alívio adequado. Para o médico intervencionista e clínico, dominar o manejo da dor aguda no “olho do furacão” é um imperativo ético e clínico fundamental para interromper o gatilho da cronificação.

Nesta aula, Dr. Diogo Kallas destrincha os gargalos do atendimento de urgência e traduz o conhecimento fisiopatológico em protocolos de ação imediata. O conteúdo ensina a implementar fluxos dinâmicos de triage, a realizar bloqueios nervosos periféricos guiados por ultrassom à beira do leito para fraturas e luxações, e a manejar com total segurança as duas populações mais temidas no plantão: o paciente tolerante/adicto a opióides e a gestante em vigência de crise álgica aguda.

Você vai aprender.

  • A Epidemia Silenciosa do Subtratamento na Emergência: Compreenda o impacto de dados epidemiológicos alarmantes: a dor inicial e final deixa de ser avaliada em até 50% dos pacientes no pronto-socorro. Descubra como o tratamento subótimo da dor aguda no plantão atua como um fator preditor que aumenta em quase 8 vezes a chance de o quadro evoluir para dor crônica persistente em três meses.
  • Falhas Sistêmicas e a Desconstrução de Mitos Culturais: Aprenda a combater o erro crasso de deixar o paciente sofrendo sob a falsa justificativa de “usar a dor como parâmetro de evolução clínica”. Identifique os gargalos de transição do cuidado (Pronto-Socorro para Enfermaria ou UTI) e os vieses de disparidade socioeconômica e racial (onde populações negras estatisticamente recebem menos analgésicos).
  • Protocolo de Triage Dinâmica e Fluxo de Analgesia: Como estruturar o fluxo ideal de atendimento a partir da chegada do paciente. Saiba como treinar a equipe de enfermagem para aplicar escalas unidimensionais ou não-verbais (específicas para extremos de idade, demências ou pacientes intubados na UTI) e instituir reavaliações sistemáticas e obrigatórias a cada 15 minutos.
  • Intervenção Rápida e a Regra do “Analgesia Primeiro”: Entenda por que o paciente com abdômen agudo ou suspeita de litíase nunca deve esperar o resultado do exame de laboratório ou a liberação da tomografia com dor. Domine o conceito de analgesia multimodal preemptiva (associações sinérgicas de analgésicos simples, antiespasmódicos e opióides) para estabilizar o paciente antes de enviá-lo à radiologia.
  • Ultrassom à Beira do Leito e Bloqueios de Resgate: O passo a passo para instituir bloqueios regionais e descompressões funcionais na sala de trauma de forma estéril e segura. Aprenda a executar o Bloqueio da Fáscia Ilíaca para conferir analgesia imediata a idosos com fratura de colo de fêmur e quadril (neutralizando o sofrimento do paciente deixado sem tração na maca), além de bloqueios de plexo braquial para redução de luxações e fraturas do membro superior.
  • O Paciente Crônico/Adicto e as Três Rotas de Abordagem: Como desmistificar o preconceito e manejar o paciente tolerante a opióides que chega em vigência de crise álgica. Saiba diferenciar a tolerância pura, a sobreposição de um novo processo doloroso agudo (ex: paciente oncológico com metástase que desenvolve Herpes Zoster) e o real comportamento de busca por droga (adicção com agressividade).
  • Estratégias de Resgate e Titulação de Opióides: Domine o manejo farmacológico do paciente tolerante: nunca suspenda o opióide basal que ele já utiliza. Aprenda a fracionar 10% da dose de ação prolongada em opióides de liberação rápida a cada 4 horas, reavaliando o bolus em 20 a 30 minutos e escalonando a dose em 50% caso não haja resposta satisfatória.
  • Hiperalgesia Induzida por Opióide vs. Tolerância: Como diagnosticar a hiperalgesia por meio do exame clínico. Identifique quando o paciente queixa-se de dores difusas em novos focos anatômicos completamente diferentes da dor original e saiba por que a conduta correta exige a rotação ou redução programada do opióide basal, e nunca o aumento da dose.
  • Manejo de Crise em Gestantes e a Barreira dos Trinitários: O guia definitivo de segurança para o binômio mãe-feto no plantão. Saiba por que os AINEs podem ser usados brevemente no 2º trimestre, mas são proscritos no 3º trimestre (risco de fechamento prematuro do ducto arterioso). Domine o uso da Morfina (Classe B) com extrema cautela e saiba por que a lombalgia gestacional mecânica (afrouxamento de fáscias por lordose) deve ser tratada com medidas físicas, cintas e agulhamentos locais de ponto-gatilho.

Este é um treinamento tático de alto impacto, essencial para profissionais que atuam no olho do furacão e desejam converter a intuição clínica em protocolos de vanguarda baseados em evidências internacionais.

Ideal para emergencistas, intensivistas, cirurgiões, ortopedistas, anestesistas e médicos de dor que buscam dominar as ferramentas de maior resolutividade na urgência, otimizando o tempo de permanência hospitalar e promovendo o verdadeiro encantamento do paciente no momento de maior vulnerabilidade.

Informações do curso

  • Tema: Dor em Urgência e Emergência
  • Professor: Dr. Diogo Kallas
  • Idioma: Português
  • Duração: 41 min
  • Acesso: Imediato disponível por 1 ano
  • Local: Plataforma Online sinpain
  • Certificado: Digital
PILAR 01

Aprendizagem

Domínio técnico que vai além do superficial.

Nesta aula você aprende: A Epidemia Silenciosa do Subtratamento na Emergência; Falhas Sistêmicas e a Desconstrução de Mitos Culturais; Protocolo de Triage Dinâmica e Fluxo de Analgesia; Intervenção Rápida e a Regra do “Analgesia Primeiro”.
PILAR 02

Atuação

Da teoria a prática clínica

Conteúdo pensado para emergencistas, intensivistas, cirurgiões, ortopedistas, anestesistas e médicos de dor que buscam dominar as ferramentas de maior resolutividade na urgência, otimizando o tempo de permanência hospitalar e promovendo o verdadeiro encantamento do paciente no momento de maior vulnerabilidade. Aplicação direta na sua prática clínica, com acesso imediato por 1 ano.
PILAR 03

Autoridade

Onde o saber é compartilhado e a influência se constrói.

Aula ministrada por Dr. Diogo Kallas (Médico da Dor, Clínico Médico e Geriatra). Certificado Digital ao final.

Cronograma

Aula gravada — Duração: 41 min · Acesso imediato, disponível por 1 ano · Plataforma Online sinpain · Certificado Digital

Para quem é este curso

Ideal para emergencistas, intensivistas, cirurgiões, ortopedistas, anestesistas e médicos de dor que buscam dominar as ferramentas de maior resolutividade na urgência, otimizando o tempo de permanência hospitalar e promovendo o verdadeiro encantamento do paciente no momento de maior vulnerabilidade.

O que você vai aprender:

A Epidemia Silenciosa do Subtratamento na Emergência: Compreenda o impacto de dados epidemiológicos alarmantes: a dor inicial e final deixa de ser avaliada em até 50% dos pacientes no pronto-socorro. Descubra como o tratamento subótimo da dor aguda no plantão atua como um fator preditor que aumenta em quase 8 vezes a chance de o quadro evoluir para dor crônica persistente em três meses.
Falhas Sistêmicas e a Desconstrução de Mitos Culturais: Aprenda a combater o erro crasso de deixar o paciente sofrendo sob a falsa justificativa de "usar a dor como parâmetro de evolução clínica". Identifique os gargalos de transição do cuidado (Pronto-Socorro para Enfermaria ou UTI) e os vieses de disparidade socioeconômica e racial (onde populações negras estatisticamente recebem menos analgésicos).
Protocolo de Triage Dinâmica e Fluxo de Analgesia: Como estruturar o fluxo ideal de atendimento a partir da chegada do paciente. Saiba como treinar a equipe de enfermagem para aplicar escalas unidimensionais ou não-verbais (específicas para extremos de idade, demências ou pacientes intubados na UTI) e instituir reavaliações sistemáticas e obrigatórias a cada 15 minutos.
Intervenção Rápida e a Regra do "Analgesia Primeiro": Entenda por que o paciente com abdômen agudo ou suspeita de litíase nunca deve esperar o resultado do exame de laboratório ou a liberação da tomografia com dor. Domine o conceito de analgesia multimodal preemptiva (associações sinérgicas de analgésicos simples, antiespasmódicos e opióides) para estabilizar o paciente antes de enviá-lo à radiologia.
Ultrassom à Beira do Leito e Bloqueios de Resgate: O passo a passo para instituir bloqueios regionais e descompressões funcionais na sala de trauma de forma estéril e segura. Aprenda a executar o Bloqueio da Fáscia Ilíaca para conferir analgesia imediata a idosos com fratura de colo de fêmur e quadril (neutralizando o sofrimento do paciente deixado sem tração na maca), além de bloqueios de plexo braquial para redução de luxações e fraturas do membro superior.
O Paciente Crônico/Adicto e as Três Rotas de Abordagem: Como desmistificar o preconceito e manejar o paciente tolerante a opióides que chega em vigência de crise álgica. Saiba diferenciar a tolerância pura, a sobreposição de um novo processo doloroso agudo (ex: paciente oncológico com metástase que desenvolve Herpes Zoster) e o real comportamento de busca por droga (adicção com agressividade).
Estratégias de Resgate e Titulação de Opióides: Domine o manejo farmacológico do paciente tolerante: nunca suspenda o opióide basal que ele já utiliza. Aprenda a fracionar 10% da dose de ação prolongada em opióides de liberação rápida a cada 4 horas, reavaliando o bolus em 20 a 30 minutos e escalonando a dose em 50% caso não haja resposta satisfatória.
Hiperalgesia Induzida por Opióide vs. Tolerância: Como diagnosticar a hiperalgesia por meio do exame clínico. Identifique quando o paciente queixa-se de dores difusas em novos focos anatômicos completamente diferentes da dor original e saiba por que a conduta correta exige a rotação ou redução programada do opióide basal, e nunca o aumento da dose.
Manejo de Crise em Gestantes e a Barreira dos Trinitários: O guia definitivo de segurança para o binômio mãe-feto no plantão. Saiba por que os AINEs podem ser usados brevemente no 2º trimestre, mas são proscritos no 3º trimestre (risco de fechamento prematuro do ducto arterioso). Domine o uso da Morfina (Classe B) com extrema cautela e saiba por que a lombalgia gestacional mecânica (afrouxamento de fáscias por lordose) deve ser tratada com medidas físicas, cintas e agulhamentos locais de ponto-gatilho.

Temas abordados:

A Epidemia Silenciosa do Subtratamento na Emergência
Falhas Sistêmicas e a Desconstrução de Mitos Culturais
Protocolo de Triage Dinâmica e Fluxo de Analgesia
Intervenção Rápida e a Regra do "Analgesia Primeiro"
Ultrassom à Beira do Leito e Bloqueios de Resgate
O Paciente Crônico/Adicto e as Três Rotas de Abordagem
Estratégias de Resgate e Titulação de Opióides
Hiperalgesia Induzida por Opióide vs. Tolerância
Manejo de Crise em Gestantes e a Barreira dos Trinitários

Coordenador do curso:

Dr. Diogo Kallas

Dr. Diogo Kallas

Médico da Dor, Clínico Médico e Geriatra

Médico da Dor, Clínico Médico, Geriatra e Médico do Trabalho.

Graduado pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais (FCM-MG).

Residência Médica em Clínica Médica.

Residência Médica em Geriatria.

Pós-graduado em Medicina do Trabalho.

Título de Área de Atuação em Dor pela Associação Médica Brasileira (AMB).

Vice-Presidente da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED) (2026-2027).

Ex-Presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Seção Minas Gerais (SBGG-MG) (2023-2025).

Professor do ClinicDor, pós-graduação em Medicina da Dor da Faculdade sinpain.

Corpo Docente:

Dr. Diogo Kallas

Dr. Diogo Kallas

Médico da Dor, Clínico Médico e Geriatra

Médico da Dor, Clínico Médico, Geriatra e Médico do Trabalho.

Graduado pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais (FCM-MG).

Residência Médica em Clínica Médica.

Residência Médica em Geriatria.

Pós-graduado em Medicina do Trabalho.

Título de Área de Atuação em Dor pela Associação Médica Brasileira (AMB).

Vice-Presidente da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED) (2026-2027).

Ex-Presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Seção Minas Gerais (SBGG-MG) (2023-2025).

Professor do ClinicDor, pós-graduação em Medicina da Dor da Faculdade sinpain.

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Investimento:

R$ 151,43

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