Matrículas Abertas

Dor Sacroilíaca

Intervenção Avançada na Articulação Sacroilíaca: Anatomia de Segurança, Biomecânica e Técnicas Ablativas

Investimento:

R$ 84,15

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Dr. Gustavo Aquino
Coordenador do curso

Dr. Gustavo Aquino

Sobre o Curso

Conheça este curso

O manejo da dor lombar crônica e lombossacral exige do médico intervencionista um refinamento diagnóstico que ultrapassa a simples leitura de laudos radiológicos. Como o terceiro maior gerador de dor na coluna vertebral, a articulação sacroilíaca representa 18% das queixas de consultório, manifestando-se frequentemente de forma mista e associada a dores discogênicas (40%) e facetárias (30%). Por se tratar de uma zona de transição biomecânica complexa entre a coluna e o quadril, o especialista precisa dominar a fundo os conceitos de tensegridade, a neuroanatomia das duplas vias de inervação e os limites de segurança das tecnologias por radiofrequência para propiciar resultados reais a longo prazo.

Nesta aula, o Dr. Gustavo Aquino conduz um treinamento aprofundado sobre a articulação sacroilíaca. O material desmistifica o erro clássico do bloqueio às cegas em um espaço articular restrito de apenas 4 mm, detalha o impacto severo das artrodeses lombossacrais (que multiplicam por 5 o estresse adjacente) e ensina o passo a passo definitivo para a execução de técnicas ablativas de alta performance, como a Radiofrequência Resfriada (Cooled RF) e a técnica Palisade com a agulha Simplicity.

Você vai aprender.

  • Epidemiologia e a Transição Biomecânica: Compreenda a distribuição etária das dores lombares (migrânia discogênica em jovens; faceta e sacroilíaca em idosos na faixa dos 60 a 70 anos). Entenda como o hiato diagnóstico entre a neurocirurgia e a ortopedia de quadril frequentemente negligencia a sacroilíaca, perpetuando o sofrimento do paciente.
  • O Conceito de Tensegridade e Hipermobilidade: Substitua a visão engessada do balanço sagital pelo princípio da tensegridade. Compreenda como a articulação sacroilíaca estabiliza-se por forças simétricas de tração e compressão mediadas por uma rede densa de ligamentos (supraespinhoso, iliolombar de L4-L5, sacrotuberoso e sacroespinhoso) e músculos (piriforme, iliopsoas e glúteos), e o manejo da hipermobilidade em gestantes.
  • A Dupla Via de Inervação (Anterior vs. Posterior): Domine a neuroanatomia da sacroilíaca para guiar suas intervenções. A porção anterior (ventral) é suprida pelas raízes de L4-S2 (predominantemente L5), enquanto a porção posterior é intensamente inervada pelos ramos sacrais laterais de S1 a S3 (com 100% de ocorrência em S1-S2).
  • Propedêutica de Precisão e a Armadilha da Imagem: Como aplicar o sinal do pointing finger e interpretar os testes provocativos (Faber, distração, compressão, Thigh Thrust e Gaenslen). Entenda por que a ressonância magnética serve apenas para excluir red flags, visto que 85% dos indivíduos assintomáticos acima de 60 anos apresentam degeneração sacroilíaca radiológica (37% com desgaste severo).
  • Navegação por Imagem e o Perfil Sacral Verdadeiro: O passo a passo para a punção intra-articular na porção inferior (1-2 cm do bordo inferior). Aprenda a decifrar as duas linhas articulares no AP (rio medial posterior e rio lateral anterior) e a confirmar o posicionamento em perfil verdadeiro guiando a ponta da agulha exatamente até a metade da espessura do osso sacral (acurácia de 98% na fluoroscopia vs. 87% no ultrassom).
  • Engenharia Ablativa e a Regra do Perímetro de 1 cm: O guia definitivo de segurança para blindar o paciente contra disestesias pós-procedimento. Compreenda por que as agulhas de radiofrequência (como as de 18G com ponta ativa de 10 mm) devem ser posicionadas rigorosamente a 1 cm de distância lateral dos forames sacrais.
  • Tecnologias de Ablação (Simplicity vs. Cooled RF vs. Rohrhoff): Domine a execução técnica das modalidades: a agulha Simplicity/Excalibur (bipolar seriada em 5 lesões: A, B, C, AB, BC rentes ao periósteo); a técnica Leapfrog; e a Radiofrequência Resfriada (mapeamento em formato de relógio a 14h30, 16h00 e 17h30 utilizando o gabarito Épsilon ao redor de S1-S2). Conheça também a conduta de resgate do Dr. Rohrhoff (viscossuplementação intra-articular associada à PRF no DRG de L5 e S1).

Mais do que realizar infiltrações empíricas, esta aula consolida critérios internacionais de bioengenharia e medicina regenerativa (Proloterapia/PRP/BMAC), capacitando você a mapear ligamentos e tratar a instabilidade estrutural de forma definitiva.

Um conteúdo essencial para médicos intervencionistas, neurocirurgiões, ortopedistas, fisiatras e anestesistas que desejam dominar o diagnóstico etiológico e a denervação sacral com total previsibilidade técnica.

Informações do curso

  • Tema: Dor Sacroilíaca
  • Professor: Dr. Gustavo Aquino
  • Idioma: Português
  • Duração: 60 min
  • Acesso: Imediato disponível por 1 ano
  • Local: Plataforma Online sinpain
  • Certificado: Digital
PILAR 01

Aprendizagem

Domínio técnico que vai além do superficial.

Nesta aula você aprende: Epidemiologia e a Transição Biomecânica; O Conceito de Tensegridade e Hipermobilidade; A Dupla Via de Inervação (Anterior vs. Posterior); Propedêutica de Precisão e a Armadilha da Imagem.
PILAR 02

Atuação

Da teoria a prática clínica

Aplicação direta na sua prática clínica, com acesso imediato na Plataforma Online sinpain.
PILAR 03

Autoridade

Onde o saber é compartilhado e a influência se constrói.

Aula ministrada por Dr. Gustavo Aquino (Neurocirurgião e Especialista em Medicina Intervencionista da Dor). Certificado Digital ao final.

Cronograma

Aula gravada — Duração: 60 min · Acesso imediato, disponível por 1 ano · Plataforma Online sinpain · Certificado Digital

Para quem é este curso

O que você vai aprender:

Epidemiologia e a Transição Biomecânica: Compreenda a distribuição etária das dores lombares (migrânia discogênica em jovens; faceta e sacroilíaca em idosos na faixa dos 60 a 70 anos). Entenda como o hiato diagnóstico entre a neurocirurgia e a ortopedia de quadril frequentemente negligencia a sacroilíaca, perpetuando o sofrimento do paciente.
O Conceito de Tensegridade e Hipermobilidade: Substitua a visão engessada do balanço sagital pelo princípio da tensegridade. Compreenda como a articulação sacroilíaca estabiliza-se por forças simétricas de tração e compressão mediadas por uma rede densa de ligamentos (supraespinhoso, iliolombar de L4-L5, sacrotuberoso e sacroespinhoso) e músculos (piriforme, iliopsoas e glúteos), e o manejo da hipermobilidade em gestantes.
A Dupla Via de Inervação (Anterior vs. Posterior): Domine a neuroanatomia da sacroilíaca para guiar suas intervenções. A porção anterior (ventral) é suprida pelas raízes de L4-S2 (predominantemente L5), enquanto a porção posterior é intensamente inervada pelos ramos sacrais laterais de S1 a S3 (com 100% de ocorrência em S1-S2).
Propedêutica de Precisão e a Armadilha da Imagem: Como aplicar o sinal do pointing finger e interpretar os testes provocativos (Faber, distração, compressão, Thigh Thrust e Gaenslen). Entenda por que a ressonância magnética serve apenas para excluir red flags, visto que 85% dos indivíduos assintomáticos acima de 60 anos apresentam degeneração sacroilíaca radiológica (37% com desgaste severo).
Navegação por Imagem e o Perfil Sacral Verdadeiro: O passo a passo para a punção intra-articular na porção inferior (1-2 cm do bordo inferior). Aprenda a decifrar as duas linhas articulares no AP (rio medial posterior e rio lateral anterior) e a confirmar o posicionamento em perfil verdadeiro guiando a ponta da agulha exatamente até a metade da espessura do osso sacral (acurácia de 98% na fluoroscopia vs. 87% no ultrassom).
Engenharia Ablativa e a Regra do Perímetro de 1 cm: O guia definitivo de segurança para blindar o paciente contra disestesias pós-procedimento. Compreenda por que as agulhas de radiofrequência (como as de 18G com ponta ativa de 10 mm) devem ser posicionadas rigorosamente a 1 cm de distância lateral dos forames sacrais.
Tecnologias de Ablação (Simplicity vs. Cooled RF vs. Rohrhoff): Domine a execução técnica das modalidades: a agulha Simplicity/Excalibur (bipolar seriada em 5 lesões: A, B, C, AB, BC rentes ao periósteo); a técnica Leapfrog; e a Radiofrequência Resfriada (mapeamento em formato de relógio a 14h30, 16h00 e 17h30 utilizando o gabarito Épsilon ao redor de S1-S2). Conheça também a conduta de resgate do Dr. Rohrhoff (viscossuplementação intra-articular associada à PRF no DRG de L5 e S1).

Temas abordados:

Epidemiologia e a Transição Biomecânica
O Conceito de Tensegridade e Hipermobilidade
A Dupla Via de Inervação (Anterior vs. Posterior)
Propedêutica de Precisão e a Armadilha da Imagem
Navegação por Imagem e o Perfil Sacral Verdadeiro
Engenharia Ablativa e a Regra do Perímetro de 1 cm
Tecnologias de Ablação (Simplicity vs. Cooled RF vs. Rohrhoff)

Coordenador do curso:

Dr. Gustavo Aquino

Dr. Gustavo Aquino

Neurocirurgião e Especialista em Medicina Intervencionista da Dor

Médico graduado pela Faculdade de Medicina de Botucatu (UNESP).

Residência Médica em Neurocirurgia pela Faculdade de Medicina de Botucatu (UNESP).

Membro Titular da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia.

Título de Especialista em Neurocirurgia pelo MEC.

Título de Área de Atuação em Dor pela Associação Médica Brasileira (AMB).

Membro Efetivo do World Institute of Pain (WIP).

Título Internacional de Especialista em Medicina Intervencionista da Dor: Fellow of Interventional Pain Practice (FIPP).

Examinador da prova para obtenção do título de Fellow of Interventional Pain Practice (FIPP).

Pós-Graduação em Tratamento Intervencionista da Dor Guiado por Ultrassom pelo sinpain.

Ex-Professor da Pós-Graduação em Medicina Intervencionista da Dor do Hospital Israelita Albert Einstein.

Professor do Grupo sinpain.

Observership em Medicina Intervencionista da Dor no Orbis Medical Center, Holanda.

Estágio em Neurocirurgia Funcional e Dor no HC-FMUSP.

Estágio em Neuromodulação e Terapia da Dor na Universidade Radboud, Nijmegen, Holanda.

Coordenador do Pain Master (sinpain).

Corpo Docente:

Dr. Gustavo Aquino

Dr. Gustavo Aquino

Neurocirurgião e Especialista em Medicina Intervencionista da Dor

Médico graduado pela Faculdade de Medicina de Botucatu (UNESP).

Residência Médica em Neurocirurgia pela Faculdade de Medicina de Botucatu (UNESP).

Membro Titular da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia.

Título de Especialista em Neurocirurgia pelo MEC.

Título de Área de Atuação em Dor pela Associação Médica Brasileira (AMB).

Membro Efetivo do World Institute of Pain (WIP).

Título Internacional de Especialista em Medicina Intervencionista da Dor: Fellow of Interventional Pain Practice (FIPP).

Examinador da prova para obtenção do título de Fellow of Interventional Pain Practice (FIPP).

Pós-Graduação em Tratamento Intervencionista da Dor Guiado por Ultrassom pelo sinpain.

Ex-Professor da Pós-Graduação em Medicina Intervencionista da Dor do Hospital Israelita Albert Einstein.

Professor do Grupo sinpain.

Observership em Medicina Intervencionista da Dor no Orbis Medical Center, Holanda.

Estágio em Neurocirurgia Funcional e Dor no HC-FMUSP.

Estágio em Neuromodulação e Terapia da Dor na Universidade Radboud, Nijmegen, Holanda.

Coordenador do Pain Master (sinpain).

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Investimento:

R$ 84,15

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